Grupos pró-vida têm a chance de tentar retirar do texto do novo Código Penal a liberação, na prática, do aborto e da eutanásia
Grupos pró-vida têm a chance de tentar retirar do texto do novo Código Penal a liberação do aborto e da eutanásia. Nesta sexta-feira, 9 de março, às 10h, haverá uma audiência pública no Senado e a liderança evangélica estará presente, juntamente com toda a mobilização pró-vida da sociedade civil, para tentar forçar a mudança do texto.
Ontem, quinta-feira (8 de março), foi realizada uma reunião no Senado com os juristas da Comissão de Revisão do Código Penal e os senadores da Comissão de Constitucionalidade, Justiça e Cidadania sobre o novo Código Penal brasileiro. Nesse encontro, a Comissão de Revisão prestou contas de seu trabalho aos senadores e puderam ser questionados pelos parlamentares. O deputado federal pastor Ronaldo Fonseca (PR-DF), líder da Bancada da Assembleia de Deus, esteve ontem representando os evangélicos e toda a sociedade civil contrária ao aborto e à eutanásia.
Na ocasião, o pastor Ronaldo Fonseca fez um apelo para que os juristas que estão elaborando o anteprojeto da reforma penal não acatassem sugestões legislativas que viessem mudar as leis em relação ao aborto e à eutanásia. Ontem à tarde, após a reunião, em entrevista ao CPAD News, ele falou da importãncia da mobilização pró-vida. “É interessante que exista essa pressão da sociedade, inclusive através dos parlamentares que pensam diferentes deles, para que saibam a dificuldade que terão de aprovar tal projeto caso tentem permanecer com esse tipo de sugestão no texto. Então, é importante esse trabalho de pressão, que as pessoas que se opõem estejam lá. Eu, que fui eleito com essa bandeira, lutando contra males como a descriminalização do aborto, e que prometi que iria defender os ideais cristãos na câmara federal, estarei presente na audiência pública também”.
A audiência pública de hoje, da Comissão de Revisão do Código Penal com o público em geral, está marcada para as 10h, na Sala 2 do Anexo II do Senado, na Ala Senador Nilo Coelho. Vá, mobilize-se. É preciso lutar contra essa onda que quer legalizar a eutanásia e a chacina de crianças no ventre e se choca com o posicionamento da maioria esmagadora da população brasileira.
O deputado Ronaldo Fonseca lembra ainda que a última pesquisa Datafolha sobre o tema mostra que 71% da população brasileira não quer que o Código Penal mude o estatuto do aborto no Brasil. Ele adverte que é um absurdo autorizar aborto e eutanásia. “Nossa defesa é pelo valor da vida. Ninguém tem direito de tirar a vida de uma pessoa. Faço uma defesa científica. A criança que está sendo gerada é uma vida, e tem que ser protegida como é hoje na legislação brasileira. Mulheres que fazem aborto, segundo um instituto americano, estão 80% mais propensas a doenças psíquicas, e até ao suicídio. Os que são favoráveis ao aborto dizem que isso é a valorização da mulher. Valorizar a mulher é o Estado dar condições para que ela tenha uma excelente gravidez, um pré-natal de qualidade e que a criança seja protegida desde o ventre”.
A mobilização pró-aborto e eutanásia no Brasil impediu que os grupos pró-vida se inscrevessem a tempo de participar em peso da audiência pública do dia 24 de fevereiro, no prédio do Tribunal de Justiça de São Paulo, sobre o texto do novo Código Penal, quando a descriminalização do aborto e a eutanásia foram inseridas no texto do projeto. Porém, ainda há, hoje, uma chance de tentar forçar a mudança do texto.
Abaixo, seguem os dados para contato com os senadores da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania para que você possa manifestar a eles o seu protesto contra a tentativa de, na prática, liberar o aborto e a eutanásia em nosso país.
Para saber sobre as mudanças no Código Penal, veja nossa matéria do dia 16 de fevereiro clicando AQUI.
PRESIDENTE: SENADOR EUNÍCIO OLIVEIRA
PMDB-CEARÁ
TELEFONES: (61) 3303-6245
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VICE-PRESIDENTE: SENADOR JOSÉ
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MARTA SUPLICY PT-SÃO PAULO
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PEDRO TAQUES PDT- MATO GROSSO
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JORGE VIANA PT-ACRE
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ANTONIO CARLOS VALADARES PSB-SERGIPE
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INÁCIO ARRUDA PC DO B-CEARÁ
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PEDRO SIMON PMDB-RIO GRANDE DO SUL
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ROMERO JUCÁ PMDB-RORAIMA
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VITAL DO RÊGO PMDB-PARAÍBA
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RENAN CALHEIROS PMDB-ALAGOAS
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LUIZ HENRIQUE PMDB-SANTA CATARINA
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FRANCISCO DORNELLES PP-RIO DE JANEIRO
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SÉRGIO PETECÃO PSD-ACRE
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AÉCIO NEVES PSDB-MINAS GERAIS
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ALOYSIO NUNES FERREIRA PSDB-SÃO PAULO
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ALVARO DIAS PSDB-PARANÁ
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DEMÓSTENES TORRES DEM-GOIÁS
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ARMANDO MONTEIRO PTB-PERNAMBUCO
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GIM ARGELLO PTB-DISTRITO FEDERAL
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MAGNO MALTA PR-ESPÍRITO SANTO
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RANDOLFE RODRIGUES PSOL-AMAPÁ
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Redação CPADNews
sexta-feira, 9 de março de 2012
quinta-feira, 8 de março de 2012
Código encontrado na Torá marcaria a vinda do Messias para a Páscoa de 2012 Postado por Josiel Dias
Estudiosos judeus apontam para eventos
terríveis em 2012
Tanto judeus quanto cristãos consideram sagrados os pergaminhos dos primeiros cinco livros da Bíblia. Eles acreditam que são as palavras de Deus dadas diretamente a Moisés cerca de 3300 anos atrás. Os judeus os chamam de Torá (Lei).
Um grupo de pesquisadores acredita que escondidas em meio a essas palavras podem estar mensagens sobre eventos futuros, incluindo os que devem ocorrer em 2012.
“Há um código na Torá. Os cinco primeiros livros do Antigo Testamento. O código é real e matematicamente demonstrável. A moderna tecnologia dos computadores tornou possível entende-los.” Essa é a afirmação do documentário chamado “O Código da Torá – 2012″.
Quase 30 anos atrás, o doutor Eliyahu Rips e uma equipe de matemáticos judeus foram os primeiros a usar um computador para procurar códigos de letras equidistantes na Torá.
“Não podemos fingir que temos uma compreensão total, mas usando os meios à nossa disposição, podemos perceber o que é, ou não, real”, disse o doutor Rips, matemático e pesquisador do código.
Eles publicaram um artigo sobre suas descobertas. Depois, surgiram livros sobre o assunto e várias comprovações das impressionantes “tabelas de códigos.” Rips e outros pesquisadores dizem que continuam a encontrar detalhes surpreendentes sobre eventos atuais.
Eles afirmam que seu material não pode ser confundido com o calendário maia, mas que há grandes eventos reservados para este ano.
“Vashanaya é o ano de ve ta ein shin vet, 5772 no calendário judeu, que é 2012″, disse o rabino Matityahu Glazerson, pesquisador código da Torá. “Este é Case Olam, o fim do mundo”, afirma o rabino.
Richard Shaw, produtor do documentário, afirma que também há nos códigos de 2012, a “esperança de uma promessa bíblica cumprida”. “Há 2012 tabelas que falam sobre redenção, e elas geralmente estão muito ligadas ao retorno do Messias”, explica.
“Será um momento de redenção”, enfatiza o rabino Glazerson. “Pessach, a Páscoa, é uma data de redenção para o povo judeu”.
A páscoa este ano será no começo de abril, mas os pesquisadores dizem que isso não é uma previsão. “A Torá não é uma bola de cristal e nenhum de nós acredita que devemos usá-la desse modo”, disse Shaw.
Eles dizem que simplesmente encontraram mensagens codificadas na Torá sobre o ano de 2012. Mensagens que eles sabem que muitos não irão acreditar. Os eventos mais recentes, como a queda de ditadores no Oriente Médio, as ameaças nucleares do Irã e Coreia do Norte, desastres naturais como tsunamis e furacões, o início de uma terceira guerra mundial. Tudo estaria previsto na Torá.
Porém, depois que o canal de TV KMPH, retransmissora da FOX na Califórnia, deu espaço para essas previsões no jornal da noite, muitos cristãos começaram a se perguntar sobre sua veracidade.
Traduzido e adaptado de God Discussion e Kmph
Gospel Prime
Netanyahu deu cópia do Livro de Ester para Obama como “aviso profético”
Postado por Josiel Dias
História bíblica fala de ameaça de persas contra os judeus
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, deu ao presidente Barack Obama uma cópia do Livro de Ester, após seu encontro na Casa Branca.
Pouco divulgado pela mídia, o presente traz consigo uma mensagem clara. A narrativa bíblica conta a história dos judeus lutando contra uma conspiração genocida feita pelos antigos persas.
Netanyahu vê a ameaça nuclear do Irã moderno igualmente crucial para a existência de Israel.
No encontro de ontem, Obama reafirmou o papel dos Estados Unidos como aliados, dizendo que “os EUA sempre apoiarão Israel”. Porém, o governo americano insiste que há necessidade de dar-se uma chance à diplomacia. Sua posição reflete uma posição cuidadosa dos EUA e qualquer eventual ação militar deverá demorar muitos meses.
Netanyahu, que não mencionou a diplomacia, enfatizou o direito de Israel de se defender. Seus assessores dizem que o presente do líder israelense foi uma maneira de apresentar uma “leitura histórica” sobre os iranianos, que são descentes dos antigos persas.
O Livro de Ester é lido durante o feriado judeu de Purim, que inicia nesta quarta-feira. Ele conta a história de uma tentativa feita na antiga Pérsia, de matar todos os judeus que estavam sob o domínio desse império. A trama se desenrola de tal forma que o homem que pede o extermínio dos judeus acaba sendo morto juntamente com sua família.
Autoridades israelenses vêem isso como uma dica não muito sutil sobre como Netanyahu vê a situação atual. O primeiro-ministro israelense acredita que o objetivo do Irã é a destruição do Estado de Israel e, portanto, crê em uma urgência especial para lidar com esta ameaça.
Segundo fontes israelenses e uma breve declaração feita pelo próprio primeiro-ministro, o principal motivo de sua reunião com Obama foi deixar claro o que poderia ser visto como uma verdade óbvia: Israel tem o direito de agir por conta própria para defender-se.
Não ficou claro se Obama e Netanyahu realmente concordam sobre o próximo passo nessa negociação complicada.
Dennis Ross, até recentemente assessor de Obama sobre o Irã e agora conselheiro do Instituto Washington para Política do Oriente Médio, disse que Israel e os EUA têm visões diferentes sobre o programa nuclear do Irã. De acordo com Ross, a vulnerabilidade de Israel e sua menor capacidade militar lhe deixa com menos tempo para lidar com o Irã. Porém, os Estados Unidos, com poderio militar significativamente maior poderia impedir o Irã, mesmo em fases posteriores, de continuar com seus projetos nucleares.
Há uma desconfiança do lado israelense nas negociações com Obama. O presidente americano fez questão de defender os palestinos em seu discurso no Comitê de Assunto Públicos no domingo, e falou publicamente sobre sua preocupação com o processo de paz na região.
Assessores de Netanyahu lembram que esta foi a nona reunião de Netanyahu com Obama, mas a primeira desde que o Irã passou a ser uma ameaça maior que os palestinos.
Traduzido e adaptado de Forward
Gospel Prime
terça-feira, 6 de março de 2012
Evangélicos chegam a 40 milhões de pessoas no Brasil e empresas investem em produtos e serviços exclusivos
A transformação religiosa pela qual o Brasil vem passando expõe uma mudança cultural gradativa e significante na formação da sociedade brasileira. O crescimento dos evangélicos caminha lado a lado com o crescimento econômico do país, porém, sem relação direta.
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As políticas econômicas do governo federal, adotadas a partir de 1994, ano da adoção do plano Real, com queda significativa da inflação e os programas de distribuição de renda, que se iniciaram ao final dos anos 1990 e começo dos anos 2000, fizeram com que mais de 30 milhões de pessoas saíssem da linha de miséria nos últimos dez anos.
Atualmente, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que alimentaram um estudo do economista Marcelo Nery, os evangélicos no Brasil chegam a 20% da população, alcançando algo próximo a 40 milhões de pessoas. Em termos econômicos, os evangélicos são formados majoritariamente por pessoas das classes sociais C e D, justamente as que mais tiveram crescimento de poder aquisitivo nos últimos anos.
Isso explica, em parte, o crescimento do mercado de produtos ligados à fé, como a música gospel e a literatura cristã, e promove até, o surgimento de novos nichos de mercado de consumo, como fábricas de roupas e lojas especializadas em moda evangélica, voltada basicamente para o vestuário feminino, obedecendo as doutrinas das igrejas.
A música gospel no Brasil tem alcançado crescimento significativo, que pode ser analisado com base no investimento de gravadoras multinacionais que passaram a investir nesse nicho. Os maiores exemplos são a Sony Music e a Som Livre. Parte desse crescimento é também creditado à doutrina ensinada nas igrejas de que crime é pecado e que a pirataria é crime, além é claro do crescimento do poder aquisitivo dos evangélicos, que acompanha o crescimento econômico do país.
Esse crescimento econômico tem proporcionado também o surgimento de novas opções de compra para o público em geral, que aos poucos vai descobrindo formas seguras de comprar pela internet, através dos chamados sites de e-commerce. A febre dos sites de compras coletivas pela internet no Brasil também chegou ao mercado de produtos gospel, com o surgimento de lojas que oferecem produtos com descontos consideráveis e grande variedade de produtos.
Um exemplo de site de compras coletivas voltado para produtos gospel é o Clube Ovelhas, que oferece produtos cristãos com até 70% de desconto. As opções variam desde CD’s e DVD’s, até livros e ingressos para shows e gravações de artistas cristãos. A extensa lista possui inúmeros produtos, com itens de educação e entretenimento para crianças, como livros para colorir e assinatura de revistas especializadas em temas cristãos. Tudo isso sempre com desconto, que é possibilitado pelo grande número de pessoas que buscam os produtos.
A diversificação dos produtos e serviços voltados ao público evangélico chega também ao turismo religioso, com o ressurgimento das grandes caravanas organizadas por igrejas a locais descritos na Bíblia Sagrada como cenário de passagens bíblicas. Viagens a Israel ganharam atrativos, como a presença de artistas e pastores conhecidos do grande público. Não é só a Terra Santa que voltou a atrair o interesse de fiéis à procura de viagens temáticas. O ministério Diante do Trono tem realizado cruzeiros marítimos, com a presença da líder Ana Paula Valadão, além de músicos e pastores convidados para palestras e ministrações durante os dias do cruzeiro.
Outro importante indicativo do crescimento do poder aquisitivo dos evangélicos é a presença de fiéis na rede mundial de computadores. A cada ano que passa, novos blogs e sites de igrejas surgem, e as comunidades dedicadas a assuntos cristãos nas redes sociais atingem milhares de participantes, como por exemplo, fan pages no Facebook, ou perfis de pastores e artistas no Twitter, que alcançam milhões de seguidores. A Bíblia Sagrada no Facebook, sozinha, possui mais de 630 mil seguidores.
O item que maior talvez melhor represente o crescimento do poder aquisitivo dos evangélicos é o apoio financeiro que os fiéis oferecem a pastores e igrejas que mantém programas em emissoras de televisão. Entre as principais emissoras brasileiras, com exceção de Globo e SBT, todas as outras possuem horários de sua grade alugados para igrejas evangélicas, que transmitem cultos, além de mensagens e testemunhos. Embora não alugue horários de sua programação para religiosos, a TV Globo já observa o crescimento do poder aquisitivo dos evangélicos, e criou o Festival Promessas, voltado ao público evangélico.
Recente pesquisa do “Centro para o Estudo do Cristianismo Global” apontou o Brasil como o segundo país que mais envia missionários para outros países, enviando somente em 2010, aproximadamente 34 mil missionários e ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Esse crescimento do trabalho missionário também está ligado ao crescimento do poder aquisitivo dos evangélicos brasileiros.
Projeções da Sepal, uma organização voltada ao suporte de pastores e líderes, em 2020 a população evangélica no Brasil poderá chegar a 109 milhões de pessoas, algo próximo a 50% da população total do país, de acordo com informações publicadas no blog Olhar Cristão. Atualmente, o Brasil já é a sexta economia do mundo, e os economistas projetam que o crescimento econômico continue por mais pelo menos uma década, devido aos grandes investimentos que tem sido feitos para receber eventos globais de esportes, como Copa do Mundo e Olimpíadas.
Com o quadro atual, pode-se esperar um cenário, para os próximos anos, bastante promissor, no quesito de crescimento do mercado de produtos voltados para o público evangélico brasileiro.
Redação Gospel+
Deputado evangélico Roberto de Lucena discutirá o projeto de “cura gay” em audiência pública no Congresso
O projeto do deputado João Campos (PSDB-GO), membro da bancada evangélica, que tem por objetivo abolir dois dispositivos aprovados em 1999 pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP) será tema de audiência pública no Congresso.
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Mesmo após elaborar seu parecer positivo o relator do projeto, deputado Roberto de Lucena (PV-SP), fez um requerimento pedindo uma audiência pública sobre o caso. As audiências públicas servem, normalmente, para instruir o relator em seus pareceres e são feitas antes de o relatório ser apresentado. Lucena justificou a inversão do tramite normal dizendo que ficou surpreso com a polêmica gerada em torno do assunto, e por isso pediu as audiências, mesmo depois de já ter elaborado seu parecer.
“Fiquei muito honrado pela oportunidade e confiança de relatar essa proposta e meu voto foi pela aprovação. Só que me dei conta da complexidade da matéria, da polêmica que envolve esse assunto. Recebi vários e-mails e telefonemas em meu gabinete, de pessoas que são a favor e também de entidades representativas da sociedade que defendem a causa gay. Por isso, decidi pedir a audiência para ouvir todo mundo”, disse o deputado, que falou ainda que vai para a audiência “como uma folha de papel em branco”.
O relator explicou ainda a intenção do projeto: “Essa proposta em nada tem a ver com a cura gay. Isso foi uma distorção da imprensa. Nem o autor e nem eu tratamos a homossexualidade como doença. O que queremos é que não seja negado a ninguém o direito de ter auxílio profissional. Queremos que os psicólogos não sejam impedidos de atender uma pessoa que tenha o desejo de mudar”, defendeu.
Segundo a Agência Brasil o texto do projeto diz que “o Conselho Federal de Psicologia, ao restringir o trabalho dos profissionais e o direito da pessoa de receber orientação profissional, por intermédio do questionado ato normativo, extrapolou o seu poder regulamentar. O Conselho Federal de Psicologia, ao criar e restringir direitos mediante resolução, usurpou a competência do Poder Legislativo, incorrendo em abuso de poder regulamentar, com graves implicações no plano jurídico-constitucional”.
Em seu projeto de lei o deputado João Campos questiona a questiona da competência do CFP em ditar as regras para o exercício da profissão e diz que o CFP restringiu o trabalho do psicólogo e o “direito da pessoa de receber orientação profissional”.
O projeto está sendo questionado por ativistas gays, como o deputado Jean Wyllys que afirmou que “essas supostas terapias de cura gay nada mais são do que mecanismos de tortura”.
Fonte: Gospel+
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Mesmo após elaborar seu parecer positivo o relator do projeto, deputado Roberto de Lucena (PV-SP), fez um requerimento pedindo uma audiência pública sobre o caso. As audiências públicas servem, normalmente, para instruir o relator em seus pareceres e são feitas antes de o relatório ser apresentado. Lucena justificou a inversão do tramite normal dizendo que ficou surpreso com a polêmica gerada em torno do assunto, e por isso pediu as audiências, mesmo depois de já ter elaborado seu parecer.
“Fiquei muito honrado pela oportunidade e confiança de relatar essa proposta e meu voto foi pela aprovação. Só que me dei conta da complexidade da matéria, da polêmica que envolve esse assunto. Recebi vários e-mails e telefonemas em meu gabinete, de pessoas que são a favor e também de entidades representativas da sociedade que defendem a causa gay. Por isso, decidi pedir a audiência para ouvir todo mundo”, disse o deputado, que falou ainda que vai para a audiência “como uma folha de papel em branco”.
O relator explicou ainda a intenção do projeto: “Essa proposta em nada tem a ver com a cura gay. Isso foi uma distorção da imprensa. Nem o autor e nem eu tratamos a homossexualidade como doença. O que queremos é que não seja negado a ninguém o direito de ter auxílio profissional. Queremos que os psicólogos não sejam impedidos de atender uma pessoa que tenha o desejo de mudar”, defendeu.
Segundo a Agência Brasil o texto do projeto diz que “o Conselho Federal de Psicologia, ao restringir o trabalho dos profissionais e o direito da pessoa de receber orientação profissional, por intermédio do questionado ato normativo, extrapolou o seu poder regulamentar. O Conselho Federal de Psicologia, ao criar e restringir direitos mediante resolução, usurpou a competência do Poder Legislativo, incorrendo em abuso de poder regulamentar, com graves implicações no plano jurídico-constitucional”.
Em seu projeto de lei o deputado João Campos questiona a questiona da competência do CFP em ditar as regras para o exercício da profissão e diz que o CFP restringiu o trabalho do psicólogo e o “direito da pessoa de receber orientação profissional”.
O projeto está sendo questionado por ativistas gays, como o deputado Jean Wyllys que afirmou que “essas supostas terapias de cura gay nada mais são do que mecanismos de tortura”.
Fonte: Gospel+
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